Isso mesmo o que você leu no título da postagem, o Nascer da Terra visto da Lua, imprescionante!!!
NEWton & einSTEIN & Universo & Physics - Universo, ideias, divagações, teorias, ..., assim surgiu a física, assim surgiu NEWSTEINphysics.
06/07/2009
Localizado acelerador "natural" de partículas no espaço
Cientistas do Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), na Espanha, e um grupo de radioastrônomos, disseram ter descoberto a localização exata no espaço da região onde ocorre uma grande aceleração de partículas. Situado na radiogaláxia elíptica gigante Messier 87, a 55 milhões de anos-luz da Terra, o núcleo ativo acelera partículas em altas energias nas proximidades de um buraco negro supermassivo que tem massa seis milhões de vezes superior a do Sol, segundo o estudo.
A investigação sobre a espécie de "acelerador natural", divulgada na revista científica Science, permitirá estudar condições físicas extremas impossíveis de serem reproduzidas em um laboratório. Ainda assim, cientistas do munto inteiro acreditam que o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), instalado debaixo da terra na fronteira entre a França e a Suíça, no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), é capaz de acelerar prótons a velocidades próximas à da luz até colidirem, trazendo as respostas sobre a origem do universo.
Imagens da Messier 87 mostram um incremento de brilho no centro da radiogaláxia na primavera de 2008 no hemisfério norte (quadro superior direito), que coincide com o aumento da emissão de raios gama de alta energia
O buraco supermassivo emana jatos de material com partículas carregadas de elétrons e prótons que são aceleradas a velocidades próximas à da luz. Os raios gama, que constituem a maior radiação eletromagnética existente - presente em fenômenos cósmicos violentos, como as supernovas e as explosões de raios gama -, também são produzidos nessa intensa movimentação de partículas em pleno espaço.
O achado foi realizado após 120 horas de observações radioastronômicas coordenadas e de análises de raios gama na Messier 87 em 2008. O estudo foi feito pelos pesquisadores Daniel Mazin, do Instituto de Física de Altas Energias de Barcelona (Ifae), e Robert Wagner, do Instituto Max Planck de Física de Munique; os telescópios Magic, H.E.S.S. e Veritas; e o sistema de radiotelescópios Very Long Baseline Array (VLBA).
Fonte: (1)
Cientistas do Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC), na Espanha, e um grupo de radioastrônomos, disseram ter descoberto a localização exata no espaço da região onde ocorre uma grande aceleração de partículas. Situado na radiogaláxia elíptica gigante Messier 87, a 55 milhões de anos-luz da Terra, o núcleo ativo acelera partículas em altas energias nas proximidades de um buraco negro supermassivo que tem massa seis milhões de vezes superior a do Sol, segundo o estudo.
A investigação sobre a espécie de "acelerador natural", divulgada na revista científica Science, permitirá estudar condições físicas extremas impossíveis de serem reproduzidas em um laboratório. Ainda assim, cientistas do munto inteiro acreditam que o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), instalado debaixo da terra na fronteira entre a França e a Suíça, no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), é capaz de acelerar prótons a velocidades próximas à da luz até colidirem, trazendo as respostas sobre a origem do universo.
Imagens da Messier 87 mostram um incremento de brilho no centro da radiogaláxia na primavera de 2008 no hemisfério norte (quadro superior direito), que coincide com o aumento da emissão de raios gama de alta energiaO buraco supermassivo emana jatos de material com partículas carregadas de elétrons e prótons que são aceleradas a velocidades próximas à da luz. Os raios gama, que constituem a maior radiação eletromagnética existente - presente em fenômenos cósmicos violentos, como as supernovas e as explosões de raios gama -, também são produzidos nessa intensa movimentação de partículas em pleno espaço.
O achado foi realizado após 120 horas de observações radioastronômicas coordenadas e de análises de raios gama na Messier 87 em 2008. O estudo foi feito pelos pesquisadores Daniel Mazin, do Instituto de Física de Altas Energias de Barcelona (Ifae), e Robert Wagner, do Instituto Max Planck de Física de Munique; os telescópios Magic, H.E.S.S. e Veritas; e o sistema de radiotelescópios Very Long Baseline Array (VLBA).
Fonte: (1)
Nasa - mapa mais completo da Terra
Nasa divulga mapa mais completo da Terra
A Nasa (agência espacial dos Estados Unidos), em parceria com o Japão, publicou o mapa topográfico digital mais completo da Terra. O mapa cobre 99% da superfície do planeta e poderá ser baixado gratuitamente pela internet.
Segundo a agência espacial americana, a novidade foi criada a partir de 1,3 milhão de imagens captadas por satélites.
Imagem do satélite da Terra mostra o Vale da Morte, nos EUA; Nasa e Japão lançaram mapa de relevo com 99% da superfície do planeta
"Este conjunto único de dados globais servirá a usuários e pesquisadores em uma grande variedade de campos que requerem informação sobre a elevação de terreno", explicou Woody Turner, cientista do programa Aster, da Nasa.
Entre as atividades que poderiam ser beneficiadas estão a engenharia, prospecção energética, conservação dos recursos naturais, gestão do ambiente, desenho de obras públicas e planejamento urbanístico.
Até então, a Nasa contava com informação topográfica de 80% da Terra, mas com muitas lacunas em algumas superfícies.
Fonte: (1, 2)
A Nasa (agência espacial dos Estados Unidos), em parceria com o Japão, publicou o mapa topográfico digital mais completo da Terra. O mapa cobre 99% da superfície do planeta e poderá ser baixado gratuitamente pela internet.
Segundo a agência espacial americana, a novidade foi criada a partir de 1,3 milhão de imagens captadas por satélites.
Imagem do satélite da Terra mostra o Vale da Morte, nos EUA; Nasa e Japão lançaram mapa de relevo com 99% da superfície do planeta"Este conjunto único de dados globais servirá a usuários e pesquisadores em uma grande variedade de campos que requerem informação sobre a elevação de terreno", explicou Woody Turner, cientista do programa Aster, da Nasa.
Entre as atividades que poderiam ser beneficiadas estão a engenharia, prospecção energética, conservação dos recursos naturais, gestão do ambiente, desenho de obras públicas e planejamento urbanístico.
Até então, a Nasa contava com informação topográfica de 80% da Terra, mas com muitas lacunas em algumas superfícies.
Fonte: (1, 2)
02/07/2009
Processamentos de dados do LHC supera teste
Sistema de processamento de dados do LHC supera teste
Está previsto que o acelerador de partículas comece a funcionar no quarto trimestre de 2009
O sistema de obtenção, processamento e troca de dados produzidos pelo Grande Colisor de Hádrons (LHC, em inglês), um superacelerador de partículas, foi testado com sucesso, informou a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern).

Este sistema de processamento de dados, denominado LHC Computing Grid, foi testado intensamente durante a última semana e o resultado foi o esperado pelos cientistas do Cern, que consideram que está pronto para quando o LHC começar a funcionar, no final do ano.
Está previsto que o acelerador de partículas comece a funcionar no quarto trimestre de 2009, um ano depois da avaria ocorrida em 19 de setembro do ano passado, que deixou em suspenso o início do experimento.
O experimento conta com mais de 20 anos de trabalho conjunto de cientistas do mundo inteiro.
Quando o LHC funcionar em sua totalidade, serão produzidas centenas de milhões de choques frontais de partículas a uma velocidade próxima à da luz.
Nesse momento, serão reproduzidos os instantes posteriores ao Big Bang, o que dará informações-chave sobre a formação do universo, e confirmará ou rebaterá a teoria padrão da física de partículas, que prevê a existência de um partícula que ainda não foi detectada na natureza, o chamado bóson de Higgs.

A existência dessa partícula, que deve seu nome ao cientista que há 30 anos previu sua existência, é considerada indispensável para explicar por que as partículas elementares têm massa e por que as massas são tão diferentes entre elas.
A informação das colisões será recolhida e processada por quatro enormes detectores, que terão que "entender" os dados - 15 milhões de gigabytes de informação ao ano -, que depois serão distribuídos a 140 centros em 33 países para serem analisados e estudados.
Fonte: (1)
Está previsto que o acelerador de partículas comece a funcionar no quarto trimestre de 2009
O sistema de obtenção, processamento e troca de dados produzidos pelo Grande Colisor de Hádrons (LHC, em inglês), um superacelerador de partículas, foi testado com sucesso, informou a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern).

Este sistema de processamento de dados, denominado LHC Computing Grid, foi testado intensamente durante a última semana e o resultado foi o esperado pelos cientistas do Cern, que consideram que está pronto para quando o LHC começar a funcionar, no final do ano.
Está previsto que o acelerador de partículas comece a funcionar no quarto trimestre de 2009, um ano depois da avaria ocorrida em 19 de setembro do ano passado, que deixou em suspenso o início do experimento.
O experimento conta com mais de 20 anos de trabalho conjunto de cientistas do mundo inteiro.
Quando o LHC funcionar em sua totalidade, serão produzidas centenas de milhões de choques frontais de partículas a uma velocidade próxima à da luz.
Nesse momento, serão reproduzidos os instantes posteriores ao Big Bang, o que dará informações-chave sobre a formação do universo, e confirmará ou rebaterá a teoria padrão da física de partículas, que prevê a existência de um partícula que ainda não foi detectada na natureza, o chamado bóson de Higgs.

A existência dessa partícula, que deve seu nome ao cientista que há 30 anos previu sua existência, é considerada indispensável para explicar por que as partículas elementares têm massa e por que as massas são tão diferentes entre elas.
A informação das colisões será recolhida e processada por quatro enormes detectores, que terão que "entender" os dados - 15 milhões de gigabytes de informação ao ano -, que depois serão distribuídos a 140 centros em 33 países para serem analisados e estudados.
Fonte: (1)
Imagens da nova Sonda Lunar
Nasa divulga primeiras imagens enviadas por nova sonda lunar
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira as primeiras imagens da Lua enviadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO, na sigla em inglês), que ingressou na órbita do satélite da Terra com sucesso no último dia 23 de junho. As fotografias captadas pela LRO são de uma região no pólo sul lunar chamada de Mar de Nuvens.
As primeiras imagens foram tiradas no limite da Lua que é dividido entre a luz e a escuridão - explicou Mark Robinson, cientista principal da missão do LRO. Segundo o especialista, as fotos indicam que a região possui uma surperfície íngreme e inóspita.
- É uma área semelhante à explorada pela missão Apollo 16 em 1972 - disse.
A Nasa acredita que a sonda lunar já esteja preparada para iniciar a parte mais importante da missão depois de ativar seus instrumentos no último dia 30 de junho. Os objetivos principais da LRO são ajudar a encontrar locais de aterrissagem seguros para os astronautas - que devem ser enviados à Lua até 2020 - e planejar como construir uma base no satélite.
Instrumentos
Os equipamentos carregados pela sonda LRO são mais sensíveis e precisos do que qualquer outro já feito e podem fornecer respostas definitivas sobre a topografia lunar.
A carga inclui uma câmera que pode detectar objetos pequenos, um instrumento de medição de calor para descobrir lugares frios o suficiente em que o gelo consiga persistir próximo a superfície, um altímetro laser para produzir mapas topográficos e um telescópio cósmico para medir a radiação da chuva sobre a Lua.
A outra sonda
Como o foguete Atlas V, que carregou a LRO, é capaz de levar uma carga mais pesada, a Nasa usou espaço e peso extras para a segunda missão conhecida como Satélite de Percepção e Observação da Cratera Lunar (LCROSS na sigla em inglês).

Após a decolagem, a sonda e a LCROSS se separararam. A LCROSS estará presa ao segundo estágio esvaziado do foguete e dará uma guinada passando pela Lua para uma órbita polar ao redor da Terra. Em outubro, essa órbita irá cruzar o trajeto da Lua.
A LCROSS irá lançar o estágio superior em direção às crateras polares e fotografar o impacto. Se uma pequena parte dos escombros contiver gelo, a LCROSS deverá ser capaz de detectar isso. Ela irá, então, enviar rapidamente os dados de volta à Terra antes de se chocar com a Lua quatro minutos depois.
Visite o site da NASA - The Lunar CRater Observation and Sensing Satellite (LCROSS).
Fonte: (1, 2)
A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira as primeiras imagens da Lua enviadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO, na sigla em inglês), que ingressou na órbita do satélite da Terra com sucesso no último dia 23 de junho. As fotografias captadas pela LRO são de uma região no pólo sul lunar chamada de Mar de Nuvens.
As primeiras imagens foram tiradas no limite da Lua que é dividido entre a luz e a escuridão - explicou Mark Robinson, cientista principal da missão do LRO. Segundo o especialista, as fotos indicam que a região possui uma surperfície íngreme e inóspita.
- É uma área semelhante à explorada pela missão Apollo 16 em 1972 - disse.
A Nasa acredita que a sonda lunar já esteja preparada para iniciar a parte mais importante da missão depois de ativar seus instrumentos no último dia 30 de junho. Os objetivos principais da LRO são ajudar a encontrar locais de aterrissagem seguros para os astronautas - que devem ser enviados à Lua até 2020 - e planejar como construir uma base no satélite.
InstrumentosOs equipamentos carregados pela sonda LRO são mais sensíveis e precisos do que qualquer outro já feito e podem fornecer respostas definitivas sobre a topografia lunar.
A carga inclui uma câmera que pode detectar objetos pequenos, um instrumento de medição de calor para descobrir lugares frios o suficiente em que o gelo consiga persistir próximo a superfície, um altímetro laser para produzir mapas topográficos e um telescópio cósmico para medir a radiação da chuva sobre a Lua.
A outra sonda
Como o foguete Atlas V, que carregou a LRO, é capaz de levar uma carga mais pesada, a Nasa usou espaço e peso extras para a segunda missão conhecida como Satélite de Percepção e Observação da Cratera Lunar (LCROSS na sigla em inglês).

Após a decolagem, a sonda e a LCROSS se separararam. A LCROSS estará presa ao segundo estágio esvaziado do foguete e dará uma guinada passando pela Lua para uma órbita polar ao redor da Terra. Em outubro, essa órbita irá cruzar o trajeto da Lua.
A LCROSS irá lançar o estágio superior em direção às crateras polares e fotografar o impacto. Se uma pequena parte dos escombros contiver gelo, a LCROSS deverá ser capaz de detectar isso. Ela irá, então, enviar rapidamente os dados de volta à Terra antes de se chocar com a Lua quatro minutos depois.
Visite o site da NASA - The Lunar CRater Observation and Sensing Satellite (LCROSS).
Fonte: (1, 2)
Buraco Negro "médio"
Pesquisadores encontram primeiro buraco negro "médio"
Um buraco negro com 500 vezes a massa do Sol, de tamanho intermediário entre os outros dois tipos de buracos negros conhecidos, foi descoberto pelo satélite XMM-Newton, da ESA (Agência Espacial Europeia).
Este novo tipo de buraco negro seria "o elo perdido" entre os buracos negros gigantes, com bilhões de vezes a massa solar (situados no centro da maior parte das galáxias), e os buracos negros com entre três e 20 vezes a massa do Sol, vestígios da morte de estrelas.
"Não sabemos como se formam os buracos negros gigantes no centro das galáxias. Uma das hipóteses é que estes buracos negros sejam criados pela aglomeração de buracos negros de menor tamanho, com massa intermediária", explicou um dos autores do estudo, Didier Barret, astrofísico do Centro de Estudos Espaciais de Toulouse.
Barret participou da descoberta do HLX-1, considerado o "maior candidato" a integrar esta nova categoria de buracos negros, de massa intermediária, revela o estudo publicado na revista britânica "Nature". HLX-1 foi detectado como uma fonte ultraluminosa de raios X, a 290 milhões de anos-luz da Terra, na periferia da galáxia ESO 243-49.
"Sua luminosidade em raios X é excepcional: algo 260 milhões de vezes a luminosidade total do Sol", destacam o Centro Nacional de Estudos Espaciais da França e a Universidade britânica de Leicester. Ao cair no buraco negro, a matéria se aquece e emite raios X antes de ser "engolida" por este sorvedouro espacial.
Graças às observações realizadas entre novembro de 2004 e novembro de 2008 pelo telescópio espacial XMM-Newton, uma equipe internacional pode detectar o HLX-1 e mostrar que se trata de uma fonte única de raios X, e não uma sobreposição de objetos menos luminosos.
"Sua extrema luminosidade, assim como as propriedades de emissão de raios X observadas só podem ser explicadas pela presença de um buraco negro de massa superior a 500 massas solares", destacam CNES e Universidade de Leicester.
Fonte: (1)
Um buraco negro com 500 vezes a massa do Sol, de tamanho intermediário entre os outros dois tipos de buracos negros conhecidos, foi descoberto pelo satélite XMM-Newton, da ESA (Agência Espacial Europeia).
Este novo tipo de buraco negro seria "o elo perdido" entre os buracos negros gigantes, com bilhões de vezes a massa solar (situados no centro da maior parte das galáxias), e os buracos negros com entre três e 20 vezes a massa do Sol, vestígios da morte de estrelas.
"Não sabemos como se formam os buracos negros gigantes no centro das galáxias. Uma das hipóteses é que estes buracos negros sejam criados pela aglomeração de buracos negros de menor tamanho, com massa intermediária", explicou um dos autores do estudo, Didier Barret, astrofísico do Centro de Estudos Espaciais de Toulouse.
Barret participou da descoberta do HLX-1, considerado o "maior candidato" a integrar esta nova categoria de buracos negros, de massa intermediária, revela o estudo publicado na revista britânica "Nature". HLX-1 foi detectado como uma fonte ultraluminosa de raios X, a 290 milhões de anos-luz da Terra, na periferia da galáxia ESO 243-49.
"Sua luminosidade em raios X é excepcional: algo 260 milhões de vezes a luminosidade total do Sol", destacam o Centro Nacional de Estudos Espaciais da França e a Universidade britânica de Leicester. Ao cair no buraco negro, a matéria se aquece e emite raios X antes de ser "engolida" por este sorvedouro espacial.
Graças às observações realizadas entre novembro de 2004 e novembro de 2008 pelo telescópio espacial XMM-Newton, uma equipe internacional pode detectar o HLX-1 e mostrar que se trata de uma fonte única de raios X, e não uma sobreposição de objetos menos luminosos.
"Sua extrema luminosidade, assim como as propriedades de emissão de raios X observadas só podem ser explicadas pela presença de um buraco negro de massa superior a 500 massas solares", destacam CNES e Universidade de Leicester.
Fonte: (1)
Terra vista do Espaço
Um dos assuntos que me desperta maior interesse é sem dúvida nenhuma sobre o Universo, a Terra, as Estrelas, ...
Aproveito para deixas esse link (fotos magníficas) para todos terem oportunidade de observar 35 fotografias da terra tiradas pela NASA a bordo Estação Espacial Internacional - ISS.
Enjoy!
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Estação Espacial Internacional,
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NASA,
Terra
29/06/2009
Lançamento de Satélite
Assista ao lançamento do satélite geoestacionário GOES-O, o satélite servirá para melhorar previsão do tempo e monitorar eventos ambientais ao redor do mundo.
28/06/2009
Spirit faz novas descobertas em Marte
Atolado, robô Spirit faz novas descobertas em Marte
Os diferentes solos revelados pelo robô; as cores foram intensificadas para reforçar contraste
O robô Spirit, preso em um tipo de solo marciano que dificulta a tração de suas rodas, está tirando vantagem da situação para aprender mais sobre a história do clima do planeta vermelho.
Atoleiro pode marcar fim da missão Spirit em Marte
Em abril, o Spirit entrou em uma área composta de pelo menos três camadas de solo, de diferentes cores, escondidas sob um manto de areia escura. Cientistas apelidaram o local de "Troia". Ao girar, as rodas do robô acabaram enterrando-se no local. A equipe responsável pelo robô está há semanas estudando meios de desatolá-lo.
Enquanto espera instruções detalhadas, o Spirit está examinando Troia, que fica a cerca de 3 km do local onde o robô desceu em Marte, em janeiro de 2004.
Segundo um dos cientistas envolvidos no controle do robô, Ray Arvidson, "por sorte, Troia é um dos lugares mais interessantes onde Spirit já esteve. Fomos capazes de estudar cada camada, cada coloração diferentes dos solos interessantes expostos pelas rodas".
"As camadas têm areia basáltica, areia rica em sulfatos e áreas com materiais ricos em sílica, possivelmente separados pelo vento e cimentados por finas camadas de água. Ainda estamos na fase de ter diversas hipóteses", disse Arvidson.
Fonte: (1)
Os diferentes solos revelados pelo robô; as cores foram intensificadas para reforçar contraste
O robô Spirit, preso em um tipo de solo marciano que dificulta a tração de suas rodas, está tirando vantagem da situação para aprender mais sobre a história do clima do planeta vermelho.
Atoleiro pode marcar fim da missão Spirit em Marte
Em abril, o Spirit entrou em uma área composta de pelo menos três camadas de solo, de diferentes cores, escondidas sob um manto de areia escura. Cientistas apelidaram o local de "Troia". Ao girar, as rodas do robô acabaram enterrando-se no local. A equipe responsável pelo robô está há semanas estudando meios de desatolá-lo.
Enquanto espera instruções detalhadas, o Spirit está examinando Troia, que fica a cerca de 3 km do local onde o robô desceu em Marte, em janeiro de 2004.
Segundo um dos cientistas envolvidos no controle do robô, Ray Arvidson, "por sorte, Troia é um dos lugares mais interessantes onde Spirit já esteve. Fomos capazes de estudar cada camada, cada coloração diferentes dos solos interessantes expostos pelas rodas".
"As camadas têm areia basáltica, areia rica em sulfatos e áreas com materiais ricos em sílica, possivelmente separados pelo vento e cimentados por finas camadas de água. Ainda estamos na fase de ter diversas hipóteses", disse Arvidson.
Fonte: (1)
26/06/2009
Cometa explodiu sobre a Sibéria
Cometa explodiu sobre a Sibéria em 1908, indica estudo
Um século atrás, um cometa se chocou com a Terra, afirma um novo estudo sobre o evento de Tunguska, a explosão que destruiu mais de 2.000 km2 de floresta na Sibéria em 1908. A conclusão, defendida agora por geocientistas dos EUA, saiu de uma comparação entre os recentes lançamentos de ônibus espaciais e a explosão do cometa há 101 anos, o bólido se desintegrou no ar vários quilômetros antes de chegar ao solo, devido ao atrito com a atmosfera.
A inusitada semelhança entre cometas e espaçonaves, dizem os cientistas, é que ambos podem desencadear a formação de um tipo especial de nuvem. São as chamadas nuvens noctilucentes --visíveis à noite por surgirem em baixas temperaturas a grandes altitudes e abrigarem partículas com cristais de gelo brilhantes.
Árvores derrubadas na explosão de Tunguska, em 1908; cometa se chocou com a Terra e destruiu mais de 2.000 km2 de floresta
Como cometas possuem alta proporção de gelo em sua composição, o impacto de um deles com a Terra liberaria uma enorme quantidade de vapor de água a grandes altitudes (até 85 km) devido ao superaquecimento causado pelo choque.
E ônibus espaciais fazem o mesmo: por usarem hidrogênio e oxigênio como combustível, liberam até 300 toneladas de vapor d'água cada vez que decolam para o espaço, fruto da reação química que gera energia para seus propulsores.
Como nuvens noctilucentes haviam sido vistas em 1908 um dia após o evento de Tunguska, alguns cientistas já haviam proposto a hipótese do impacto de um cometa. Uma coisa, porém, estava mal explicada: elas haviam sido observadas no Reino Unido e arredores, não na Sibéria. Nenhuma teoria explicava como nuvens poderiam viajar tão rápido a distância entre esses dois lugares.
No estudo divulgado ontem, liderado por Michael Kelley, da Universidade de Cornell (EUA), uma explicação para isso finalmente é apresentada. Ao observar a formação de nuvens desencadeadas por lançamentos de ônibus espaciais, os cientistas descobriram que as nuvens noctilucentes se espalham na superfície da atmosfera por um fenômeno chamado "turbulência bidimensional".
Segundo Kelley, a mesma coisa é o que acontece na superfície de uma xícara cheia. "Se você joga um pouco de creme no centro do seu café, logo ele vai se espalhar por toda a superfície", explicou o cientista.
Segundo ele, isso acontece porque redemoinhos superficiais são mais poderosos que os profundos. "Em turbulência 2-D, redemoinhos aumentam com o tempo. Em 3-D, eles apenas se reduzem."
Segundo o pesquisador, a ideia que deu origem para o estudo surgiu um ano e meio atrás, quando ele assistiu ao lançamento de um ônibus espacial pela primeira vez.
"Assim que o vi, eu tinha a solução", diz. Ele reconhece, porém, que teve um pouco de sorte, já que ônibus espaciais não liberam vapor d'água durante todo o percurso de decolagem, só nos propulsores acionados mais no alto. "A mágica é que a espaçonave entra em ignição na mesma altitude em que o cometa se desintegra."
Fonte: (1)
Um século atrás, um cometa se chocou com a Terra, afirma um novo estudo sobre o evento de Tunguska, a explosão que destruiu mais de 2.000 km2 de floresta na Sibéria em 1908. A conclusão, defendida agora por geocientistas dos EUA, saiu de uma comparação entre os recentes lançamentos de ônibus espaciais e a explosão do cometa há 101 anos, o bólido se desintegrou no ar vários quilômetros antes de chegar ao solo, devido ao atrito com a atmosfera.
A inusitada semelhança entre cometas e espaçonaves, dizem os cientistas, é que ambos podem desencadear a formação de um tipo especial de nuvem. São as chamadas nuvens noctilucentes --visíveis à noite por surgirem em baixas temperaturas a grandes altitudes e abrigarem partículas com cristais de gelo brilhantes.
Árvores derrubadas na explosão de Tunguska, em 1908; cometa se chocou com a Terra e destruiu mais de 2.000 km2 de florestaComo cometas possuem alta proporção de gelo em sua composição, o impacto de um deles com a Terra liberaria uma enorme quantidade de vapor de água a grandes altitudes (até 85 km) devido ao superaquecimento causado pelo choque.
E ônibus espaciais fazem o mesmo: por usarem hidrogênio e oxigênio como combustível, liberam até 300 toneladas de vapor d'água cada vez que decolam para o espaço, fruto da reação química que gera energia para seus propulsores.
Como nuvens noctilucentes haviam sido vistas em 1908 um dia após o evento de Tunguska, alguns cientistas já haviam proposto a hipótese do impacto de um cometa. Uma coisa, porém, estava mal explicada: elas haviam sido observadas no Reino Unido e arredores, não na Sibéria. Nenhuma teoria explicava como nuvens poderiam viajar tão rápido a distância entre esses dois lugares.
No estudo divulgado ontem, liderado por Michael Kelley, da Universidade de Cornell (EUA), uma explicação para isso finalmente é apresentada. Ao observar a formação de nuvens desencadeadas por lançamentos de ônibus espaciais, os cientistas descobriram que as nuvens noctilucentes se espalham na superfície da atmosfera por um fenômeno chamado "turbulência bidimensional".
Segundo Kelley, a mesma coisa é o que acontece na superfície de uma xícara cheia. "Se você joga um pouco de creme no centro do seu café, logo ele vai se espalhar por toda a superfície", explicou o cientista.
Segundo ele, isso acontece porque redemoinhos superficiais são mais poderosos que os profundos. "Em turbulência 2-D, redemoinhos aumentam com o tempo. Em 3-D, eles apenas se reduzem."
Segundo o pesquisador, a ideia que deu origem para o estudo surgiu um ano e meio atrás, quando ele assistiu ao lançamento de um ônibus espacial pela primeira vez.
"Assim que o vi, eu tinha a solução", diz. Ele reconhece, porém, que teve um pouco de sorte, já que ônibus espaciais não liberam vapor d'água durante todo o percurso de decolagem, só nos propulsores acionados mais no alto. "A mágica é que a espaçonave entra em ignição na mesma altitude em que o cometa se desintegra."
Fonte: (1)
Spirit está "preso" nas areias de Marte
Veículo explorador da Nasa está "preso" nas areias de Marte
Um dos dois veículos exploradores da Nasa em Marte, o Spirit, está preso nas areias do planeta e uma de suas seis rodas continua inutilizada, informou o JPL (Laboratório de Propulsão a Jato, em inglês) da agência espacial americana.
O problema se deve ao fato de que uma rocha na parte inferior do veículo --que tem o tamanho de uma lavadora doméstica-- impede que outras rodas se assentem sobre a superfície. Além disso, a roda anterior direita segue inutilizada.
Réplica da sonda Spirit, que está presa nas areias de Marte; uma das rodas está inutilizada, mas local é favorável, dizem cientistas
No entanto, longe de ser um inconveniente, o local onde o Spirit se encontra, batizado como "Troia" pela Nasa, é uma bênção para os cientistas, porque possibilita a reunião de boas informações sobre o ambiente do planeta, disse o JPL em comunicado.
"Foi uma casualidade. Troia é um dos locais mais interessantes pelos quais o Spirit já passou", disse Louis Arvidson, um dos diretores de pesquisa científica do veículo e de seu "gêmeo", o Opportunity. Segundo cientistas do Centro Espacial Johnson da Nasa em Houston (EUA), dados iniciais apontam para a presença de ferro na forma de sulfato férrico.
Por outra parte, as diferenças de cor observadas na superfície pela câmera panorâmica do Spirit poderiam ser atribuídas a diferenças na hidratação dos sulfatos férricos, segundo os cientistas.
A pesquisa sobre o ambiente marciano em Troia se viu beneficiada também pelos ventos que sopraram sobre a região em abril e maio últimos e que limparam os painéis solares do Spirit e aumentaram sua provisão de energia.
"Se o veículo fica preso, é bom que isso tenha ocorrido em um local tão interessante cientificamente", afirma Richard Moddis, cientista do Centro Espacial Johnson.
O Spirit e o Opportunity desceram em pontos opostos da superfície marciana em janeiro de 2004.
Fonte: (1)
Um dos dois veículos exploradores da Nasa em Marte, o Spirit, está preso nas areias do planeta e uma de suas seis rodas continua inutilizada, informou o JPL (Laboratório de Propulsão a Jato, em inglês) da agência espacial americana.
O problema se deve ao fato de que uma rocha na parte inferior do veículo --que tem o tamanho de uma lavadora doméstica-- impede que outras rodas se assentem sobre a superfície. Além disso, a roda anterior direita segue inutilizada.
Réplica da sonda Spirit, que está presa nas areias de Marte; uma das rodas está inutilizada, mas local é favorável, dizem cientistasNo entanto, longe de ser um inconveniente, o local onde o Spirit se encontra, batizado como "Troia" pela Nasa, é uma bênção para os cientistas, porque possibilita a reunião de boas informações sobre o ambiente do planeta, disse o JPL em comunicado.
"Foi uma casualidade. Troia é um dos locais mais interessantes pelos quais o Spirit já passou", disse Louis Arvidson, um dos diretores de pesquisa científica do veículo e de seu "gêmeo", o Opportunity. Segundo cientistas do Centro Espacial Johnson da Nasa em Houston (EUA), dados iniciais apontam para a presença de ferro na forma de sulfato férrico.
Por outra parte, as diferenças de cor observadas na superfície pela câmera panorâmica do Spirit poderiam ser atribuídas a diferenças na hidratação dos sulfatos férricos, segundo os cientistas.
A pesquisa sobre o ambiente marciano em Troia se viu beneficiada também pelos ventos que sopraram sobre a região em abril e maio últimos e que limparam os painéis solares do Spirit e aumentaram sua provisão de energia.
"Se o veículo fica preso, é bom que isso tenha ocorrido em um local tão interessante cientificamente", afirma Richard Moddis, cientista do Centro Espacial Johnson.
O Spirit e o Opportunity desceram em pontos opostos da superfície marciana em janeiro de 2004.
Fonte: (1)
Lua de Saturno - condições para a vida
Lua de Saturno tem condições para vida, diz estudo
Dois estudos publicados nesta quinta-feira na revista científica Nature discutem hipóteses sobre a existência de um oceano de água salgada – em outras palavras, condições para o desenvolvimento de vida – nas profundezas subterrâneas de Enceladus, uma das luas de Saturno.
Os dois estudos, que chegam a conclusões discrepantes, analisaram amostras de uma coluna de gases, vapor de água e minúsculas partículas de gelo que emana violentamente da superfície do corpo celeste. Os cientistas tentam encontrar explicações para as observações divergentes.
No primeiro estudo, os pesquisadores Nikolai Brilliantov, da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, e Juergen Schmidt, da Universidade de Potsdam, na Alemanha, defendem a teoria de que a coluna expelida da superfície de Enceladus é alimentada por um oceano salgado subterrâneo.
A hipótese de um oceano subterrâneo já vinha sendo investigada pelos cientistas. Agora, ao analisar o material recolhido em 2005 pela sonda Cassini, eles dizem ter detectado sais de sódio entre as partículas de gelo lançadas a centenas de quilômetros no espaço.
Para Brilliantov e Schmidt, este fato corrobora as teorias atuais de que, sempre que uma lua tiver um oceano subterrâneo profundo em contato com a superfície rochosa por muitos milhões de anos, este oceano será salgado.
Vida fora da Terra
De acordo com o estudo, os resultados indicam que a concentração de cloreto de sódio neste corpo de água pode ser tão alta quanto nos oceanos terrestres.
“A Enceladus é um dos lugares com maiores chances de se encontrar vida no Sistema Solar fora da Terra”, disse à BBC o cientista John Spencer, da missão espacial Cassini.
“Estão presentes os três principais ingredientes necessários à vida – os elementos químicos básicos, os blocos básicos, uma fonte de energia, e agora achamos que existe água também. Todos os elementos estão aí. Se isto é suficiente para gerar vida ainda não sabemos, mas estamos muito interessados em saber mais.”
Enceladus está localizada no anel mais distante de Saturno, “E”. Além da Terra, de Marte e da lua de Júpiter Europa, é um dos poucos lugares nos quais astrônomos dizem ter evidências diretas da existência de água.
Entretanto, um segundo estudo publicado na edição desta quinta-feira da Nature diz não ter encontrado evidências de sódio nas partículas emanadas da coluna de vapor – o que não confirmaria a hipótese de “gêiseres” alimentados por um oceano subterrâneo.
Discrepâncias
O professor Nicholas Schneider, do Laboratório para Física Atmosférica e Espacial da Universidade de Colorado, nos EUA, disse que a diferença nos resultados pode ser explicada pela existência de cavernas profundas nas quais a água evapora lentamente.
“Só se a evaporação fosse mais explosiva, ela conteria mais sais”, afirmou Schneider.
Se for correta a hipótese das cavernas, ele raciocinou, o vapor só seria expelido violentamente no vácuo do espaço ao vazar por rachaduras na superfície gelada de Enceladus conhecidas como “listras de tigres”.
“A idéia da evaporação de um oceano profundo e cavernoso não é tão dramática quanto a que imaginamos antes, mas é possível tendo em vista os resultados até o momento”, disse o pesquisador.
Mas ele advertiu que as evidências podem também significar eventos distintos. “Pode ser gelo aquecido virando vapor no espaço. Poderia até haver locais onde a crosta fricciona em si mesma e este atrito cria água líquida que então evapora no espaço”, prosseguiu.
“Estas são hipóteses que não podemos verificar com os resultados obtidos até agora.”
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Dois estudos publicados nesta quinta-feira na revista científica Nature discutem hipóteses sobre a existência de um oceano de água salgada – em outras palavras, condições para o desenvolvimento de vida – nas profundezas subterrâneas de Enceladus, uma das luas de Saturno.
Os dois estudos, que chegam a conclusões discrepantes, analisaram amostras de uma coluna de gases, vapor de água e minúsculas partículas de gelo que emana violentamente da superfície do corpo celeste. Os cientistas tentam encontrar explicações para as observações divergentes.
No primeiro estudo, os pesquisadores Nikolai Brilliantov, da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, e Juergen Schmidt, da Universidade de Potsdam, na Alemanha, defendem a teoria de que a coluna expelida da superfície de Enceladus é alimentada por um oceano salgado subterrâneo.
A hipótese de um oceano subterrâneo já vinha sendo investigada pelos cientistas. Agora, ao analisar o material recolhido em 2005 pela sonda Cassini, eles dizem ter detectado sais de sódio entre as partículas de gelo lançadas a centenas de quilômetros no espaço.
Para Brilliantov e Schmidt, este fato corrobora as teorias atuais de que, sempre que uma lua tiver um oceano subterrâneo profundo em contato com a superfície rochosa por muitos milhões de anos, este oceano será salgado.
Vida fora da Terra
De acordo com o estudo, os resultados indicam que a concentração de cloreto de sódio neste corpo de água pode ser tão alta quanto nos oceanos terrestres.
“A Enceladus é um dos lugares com maiores chances de se encontrar vida no Sistema Solar fora da Terra”, disse à BBC o cientista John Spencer, da missão espacial Cassini.
“Estão presentes os três principais ingredientes necessários à vida – os elementos químicos básicos, os blocos básicos, uma fonte de energia, e agora achamos que existe água também. Todos os elementos estão aí. Se isto é suficiente para gerar vida ainda não sabemos, mas estamos muito interessados em saber mais.”
Enceladus está localizada no anel mais distante de Saturno, “E”. Além da Terra, de Marte e da lua de Júpiter Europa, é um dos poucos lugares nos quais astrônomos dizem ter evidências diretas da existência de água.
Entretanto, um segundo estudo publicado na edição desta quinta-feira da Nature diz não ter encontrado evidências de sódio nas partículas emanadas da coluna de vapor – o que não confirmaria a hipótese de “gêiseres” alimentados por um oceano subterrâneo.
Discrepâncias
O professor Nicholas Schneider, do Laboratório para Física Atmosférica e Espacial da Universidade de Colorado, nos EUA, disse que a diferença nos resultados pode ser explicada pela existência de cavernas profundas nas quais a água evapora lentamente.
“Só se a evaporação fosse mais explosiva, ela conteria mais sais”, afirmou Schneider.
Se for correta a hipótese das cavernas, ele raciocinou, o vapor só seria expelido violentamente no vácuo do espaço ao vazar por rachaduras na superfície gelada de Enceladus conhecidas como “listras de tigres”.
“A idéia da evaporação de um oceano profundo e cavernoso não é tão dramática quanto a que imaginamos antes, mas é possível tendo em vista os resultados até o momento”, disse o pesquisador.
Mas ele advertiu que as evidências podem também significar eventos distintos. “Pode ser gelo aquecido virando vapor no espaço. Poderia até haver locais onde a crosta fricciona em si mesma e este atrito cria água líquida que então evapora no espaço”, prosseguiu.
“Estas são hipóteses que não podemos verificar com os resultados obtidos até agora.”
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Vulcão fotografado da Estação Internacional
Estação Espacial fotografa erupção de vulcão da Rússia
Nave sobrevoava remota ilha russa de Matua, no Pacífico, quando flagrou fenômeno no vulcão Sarychev.
A câmera da Estação Espacial Internacional registrou um flagrante de uma erupção do vulcão Sarychev, em Matua, uma remota ilha russa a nordeste do Japão, observando a Terra de uma altitude de cerca de 350 quilômetros.
A força da erupção, no dia 12 de junho, abriu um buraco nas nuvens, proporcionando um espetáculo para os astronautas a bordo. A última erupção do Sarychev foi em 1989.
As imagens capturadas pela nave despertaram grande interesse entre estudiosos de vulcões porque elas registram vários fenômenos observados nos primeiros estágios de uma erupção forte. A coluna de fumaça parece ser uma combinação de cinzas de coloração marrom e vapor esbranquiçado.
Em cima da nuvem há uma camada de nuvens brancas, quase como uma camada de neve sobre um cogumelo. Esta camada de ar condensado é consequência da elevação rápida da coluna sobre o ar frio que está sobre ela.
A ilha de Matua é desabitada.
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Nave sobrevoava remota ilha russa de Matua, no Pacífico, quando flagrou fenômeno no vulcão Sarychev.
A câmera da Estação Espacial Internacional registrou um flagrante de uma erupção do vulcão Sarychev, em Matua, uma remota ilha russa a nordeste do Japão, observando a Terra de uma altitude de cerca de 350 quilômetros.
A força da erupção, no dia 12 de junho, abriu um buraco nas nuvens, proporcionando um espetáculo para os astronautas a bordo. A última erupção do Sarychev foi em 1989.
As imagens capturadas pela nave despertaram grande interesse entre estudiosos de vulcões porque elas registram vários fenômenos observados nos primeiros estágios de uma erupção forte. A coluna de fumaça parece ser uma combinação de cinzas de coloração marrom e vapor esbranquiçado.
Em cima da nuvem há uma camada de nuvens brancas, quase como uma camada de neve sobre um cogumelo. Esta camada de ar condensado é consequência da elevação rápida da coluna sobre o ar frio que está sobre ela.
A ilha de Matua é desabitada.
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24/06/2009
Sonda Japonesa Colide com a Lua
A sonda lunar japonesa Kaguya se chocou contra o hemisfério sul da Lua, produzindo um flash luminoso na região noturna do satélite e que pode ser registrado por observatórios terrestres. O evento marca o final da missão japonesa de mapeamento selenográfico, iniciado em setembro de 2007.
Ainda não se conhece ao certo os parâmetros cinéticos do choque, uma vez que a agência espacial japonesa, JAXA, não divulgou os detalhes do ângulo de impacto e velocidade nominal, mas estima-se que a sonda atingiu a Lua a 6 mil quilômetros por hora em ângulo bastante raso. Devido à elevada massa da sonda, de 2900 quilos, a energia do impacto deve ser superior a 1 tonelada de TNT.
Infelizmente, a colisão aconteceu no lado distante da lua, mas é possível ver quão perto a sonda estava da superfície lunar, e mostra um nível de detalhes nunca antes visto. Não deixe de conferir!
Ainda não se conhece ao certo os parâmetros cinéticos do choque, uma vez que a agência espacial japonesa, JAXA, não divulgou os detalhes do ângulo de impacto e velocidade nominal, mas estima-se que a sonda atingiu a Lua a 6 mil quilômetros por hora em ângulo bastante raso. Devido à elevada massa da sonda, de 2900 quilos, a energia do impacto deve ser superior a 1 tonelada de TNT.
Infelizmente, a colisão aconteceu no lado distante da lua, mas é possível ver quão perto a sonda estava da superfície lunar, e mostra um nível de detalhes nunca antes visto. Não deixe de conferir!
16/06/2009
Diploma de Doutorado de Einstein
Diploma de doutorado de Einstein é leiloado por 200 mil euros
O documento foi expedido pelo Departamento de Matemática e Ciências Naturais da Universidade de Zurique
O diploma de doutor que Albert Einstein recebeu em 1906, na Suíça
GENEBRA - O diploma de doutorado do físico e humanista alemão Albert Einstein foi adquirido por mais de 300 mil francos suíços (198 mil euros, ou mais de R$ 500 mil) em um leilão na cidade suíça de Lucerna.
O documento, expedido pelo Departamento de Matemática e Ciências Naturais da Universidade de Zurique, foi adquirido por um colecionador particular, comentou o diretor da Galeria Fischer Auktionen AG, Kuno Fischer, em comunicado.
Com data de 15 de janeiro de 1906, o preço do documento estava avaliado entre 20 mil e 30 mil francos suíços (13.254 e 19.882 euros).
Naquele ano, o físico entregou uma tese sobre um novo método de medição das dimensões moleculares, na qual explicava como calcular o tamanho de um átomo.
Em 1905, antes de doutorar-se, o físico já havia publicado seu primeiro artigo sobre a Teoria da Relatividade e descrito o efeito fotoelétrico, o que lhe deu o Prêmio Nobel de Física em 1921.
O discurso de Einstein na cerimônia de entrega do título de doutor honoris causa da Universidade de Genebra, em 1909, também foi leiloado hoje, por 102 mil francos (67.579 euros).
Fonte: (1)
O documento foi expedido pelo Departamento de Matemática e Ciências Naturais da Universidade de Zurique
O diploma de doutor que Albert Einstein recebeu em 1906, na Suíça
GENEBRA - O diploma de doutorado do físico e humanista alemão Albert Einstein foi adquirido por mais de 300 mil francos suíços (198 mil euros, ou mais de R$ 500 mil) em um leilão na cidade suíça de Lucerna.
O documento, expedido pelo Departamento de Matemática e Ciências Naturais da Universidade de Zurique, foi adquirido por um colecionador particular, comentou o diretor da Galeria Fischer Auktionen AG, Kuno Fischer, em comunicado.
Com data de 15 de janeiro de 1906, o preço do documento estava avaliado entre 20 mil e 30 mil francos suíços (13.254 e 19.882 euros).
Naquele ano, o físico entregou uma tese sobre um novo método de medição das dimensões moleculares, na qual explicava como calcular o tamanho de um átomo.
Em 1905, antes de doutorar-se, o físico já havia publicado seu primeiro artigo sobre a Teoria da Relatividade e descrito o efeito fotoelétrico, o que lhe deu o Prêmio Nobel de Física em 1921.
O discurso de Einstein na cerimônia de entrega do título de doutor honoris causa da Universidade de Genebra, em 1909, também foi leiloado hoje, por 102 mil francos (67.579 euros).
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