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13/01/2010

Asteroide misterioso

Observatório colombiano faz imagem de asteroide 'misterioso'

Descoberto no dia 10 de janeiro, 2010 AL30 tem um diâmetro máximo estimado em 15 metros e não traz perigo.

Um traço tênue no céu é a marca da passagem próxima do asteroide 2010 AL30 pela Terra, na manhã desta quarta-feira, 13, e que foi captada por astrônomos da Universidade de Narino, na Colômbia. A animação das fotos obtidas pelos pesquisadores colombianos pode ser vista  aqui.

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Clique na imagem acima para visualizar a animação.

12/01/2010

Objeto Misterioso

Objeto misterioso passa perto da Terra nesta quarta-feira

Corpo pode ser um pequeno asteroide ou um pedaço de lixo espacial, e passará a 128 mil quilômetros.

Um objeto misterioso do espaço passará bem perto da Terra - em termos astronômicos - na manhã desta quarta-feira, 13. Classificado como asteroide 2010 AL30, o corpo, com no máximo 15 metros de diâmetro, pode ser na verdade um pedaço de lixo espacial. Ele só foi detectado no dia 10, e passará a 128.750 km da Terra, ou cerca de um terço da distância entre Terra e Lua.

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Diagrama com a órbita de 2010 AL30, gerado pelo Laboratório de Propulsão a Jato

Em seu boletim sobre asteroides publicado no Twitter, o @AsteroidWatch, o laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa explica que os esforços de detecção antecipada de corpos que se aproximam da Terra concentra-se nos potencialmente perigosos, com mais de 500 metros de diâmetro. Um objeto como 2010 AL30, mesmo se estivesse em rota direta de colisão, acabaria se desintegrando na atmosfera, sem causar danos na superfície.

A aproximação máxima com a Terra está prevista para as 10h47 desta terça, no horário de Brasília. Sua velocidade em relação à Terra é de 10 quilômetros por segundo.

10/08/2009

Conheça os cinco fatos mais curiosos sobre asteroides

Centenas de asteroides - pequenos corpos cósmicos que percorrem o espaço - dos mais variados tamanhos podem estar passando nos arredores da Terra neste momento. Outras dezenas podem estar atingindo a atmosfera em alta velocidade e se desfragmentando em pequenos pedaços que não trazem risco aos organismos vivos terrestres. E se um dia estivermos na rota de colisão de uma rocha espacial com centenas de quilômetros de diâmetro?

Pensando nisso, o especialista Don Yeomans, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, agência espacial americana, e uma equipe de pesquisadores, criaram o site AsteroidWatch com o objetivo de evitar que asteroides perigosos entrem na rota da Terra. Conheça os cinco fatos mais curiosos sobre asteroides, escolhidos por Don Yeomans e divulgados no site científico Live Science:

image Concepção artística mostra um asteroide passando próximo a uma estrela

5 - Asteroide-lua
Em 1993, a sonda espacial Galileu detectou o asteroide Ida, residente no Cinturão de Asteroides entre Marte e Júpiter. Imagens captadas pelo telescópio identificaram que o grande asteroide, com cerca de 60 km de comprimento, tinha uma pequena lua acompanhando-o. Ela foi batizada de Dactyl e tinha apenas 1 km de comprimento.

Desde a descoberta de Dactyl, mais de 150 "asteroides-luas" foram descobertos, muitos deles em rochas espaciais próximas à Terra. Alguns objetos espaciais possuem até duas luas em seu redor. Estudos dizem que fragmentos gerados em colisões entre rochas espaciais podem formar este tipo de "companhia".

4 - Asteroide ou lixo espacial?
Após o início das missões Apollo 8, 9, 10, 11 e 12 rumo à Lua no final dos anos 1960, as etapas de lançamento dos foguetes que foram sendo deixadas de lado durante o percurso foram entrando na órbita entre a Terra e o Sol.

O lixo espacial pode ser confundido com asteroides naturais próximos ao planeta azul. Por isso, a importância de serem catalogados os restos dos equipamentos dessas antigas missões para que não hajam surpresas.

3 - Asteroides atrás da porta
As vezes, a Lua não é a única vizinha mais próxima da Terra no Sistema Solar. Várias vezes por ano, alguns asteroides entram em órbitas próximas à Terra, ultrapassando a distância de 384 mil km que o satélite tem em relação ao planeta.

2 - Ataque de asteroides
Todos os dias a Terra é atingida por mais de 100 t de objetos oriundos de cometas e asteroides. No entanto, grande parte deles é muito pequena. Estes objetos colidem com a Terra em alta velocidade, pegando fogo ao atingirem a atmosfera e se desfragmentando em pedaços minúsculos que não põem em risco os organismos vivos terrestres.

Pelo menos uma vez por dia rochas do tamanho de uma bola de basquete invadem a atmosfera e pegam fogo. Anualmente, alguns corpos cósmicos do tamanho de pequenos carros também ingressam no planeta. Estes fragmentos maiores queimam na atmosfera como bolas de fogo e são chamados de meteoros. Raramente, as rochas espaciais atingem a superfície terrestre intactas - neste caso, são chamadas de meteoritos.

1 - Obrigado aos asteroides
Depois que o sistema solar se formou cerca de 4,6 bilhões de anos atrás, cometas e asteróides provavelmente carregados de carbono, água e outros materiais essenciais para constituir vida se chocaram com a então jovem Terra. Uma vez formados os organismos vivos, outras colisões ocorridas mais tarde - como o impacto do asteroide que matou os dinossauros há 65 milhões de anos - alteraram o processo de evolução.

Este cenário criou um ambiente onde somente as espécies adaptáveis, como os mamíferos, pudessem evoluir ainda mais. Os seres humanos, posicionados no topo da cadeia alimentar animal, devem sua existência a estas rochas espaciais.

Fonte: (1)

06/07/2009

Descoberta de dois asteroides por um amador

Astrônomo amador suíço afirma ter descoberto dois asteroides

Os asteroides, identificados por Jose De Queiroz, têm o diâmetro entre 1 e 2 quilômetros, segundo comunicado.

Astrônomo amador suíço afirmou ter descoberto dois novos asteroides dentre centenas de milhares existentes entre as órbitas de Marte e Júpiter.

Os asteroides, identificados por Jose De Queiroz, têm o diâmetro entre 1 e 2 quilômetros, segundo um comunicado do observatório Mirasteilas, administrado por ele.

O Centro de Planetas Menores da União Astronômica Internacional, em Cambridge, Massachusetts, confirmou que o astrônomo suíço já descobriu asteroides e os registrou em março como 2009FM1 e 2009FA1.

"Eles são objetos perfeitamente comuns e intrinsecamente de brilho muito fraco", disse Bryan Marsden, cientista do centro.

De Queiroz terá de observar o mesmo asteroide anualmente pelos próximos quatro anos para confirmar sua descoberta", disse ele. "Eles só foram observados este ano".

Marsden disse que muitos dos asteroides no cinturão principal já foram registrados, mas astrônomos amadores ao redor do mundo ainda têm a chance de registrar novos corpos celestes. Ele disse que De Queiroz usou um grande telescópio, o que permitiu a ele avistar pequenos asteroides.

No observatório no leste da Suíça De Queiroz disse que gostaria de nomear os asteroides como "Falera", em homenagem ao local onde está localizado o observatório, e "Márcia", em homenagem à sua filha.

Mas Marsden disse que "se as observações estiverem ocorrendo só por um mês ou dois, isso não é suficiente para nós para aceitar os nomes que ele propôs."
Fonte: (1)

03/04/2009

Asteróide a Caminho da Terra

Asteróide está a caminho da Terra e pode colidir em 2014.

Um asteróide de pouco mais de um quilômetro de diâmetro estaria a caminho da Terra e poderia colidir com o planeta em 21 de março de 2014, segundo astrônomos da agência britânica responsável pelo monitoramento de objetos potencialmente perigosos para o planeta. Mas, ao menos na estatística, não parece ser o fim do mundo --a chance de uma colisão catastrófica é de apenas uma em 250 mil.

Chamado de 2003 QQ47, o asteróide se aproxima da Terra a uma velocidade de 32 km/s, o equivalente a 115 mil km/h. Com 1,2 quilômetro de diâmetro, ele tem um décimo da massa do meteorito que, acredita-se, levou à morte dos dinossauros há 65 milhões de anos.

O 2003 QQ47 será monitorado de perto pelas agências espaciais do hemisfério norte nos próximos dois meses. Segundo os astrônomos, as chances de impacto podem cair ainda mais conforme mais dados forem coletados. O alerta foi emitido pelo órgão depois que o asteróide foi avistado pela primeira vez, no Novo México (EUA).

O impacto de um corpo celeste dessas dimensões seria equivalente à explosão de 20 milhões de bombas atômicas semelhantes às lançadas pelos Estados Unidos contra Hiroshima há quase 60 anos, segundo um porta-voz do Centro de Informação sobre Objetos Próximos à Terra, no Reino Unido.


Asteróides como o 2003 QQ47 são pedaços de pedra que restaram após a formação do sistema solar, há 4,5 bilhões de anos. A maioria deles orbita o Sol em um cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter, a uma distância segura da Terra. Mas a influência gravitacional de planetas gigantes como Júpiter podem arrancar estes objetos de suas órbitas originais e lançá-los no espaço.

No site do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (agência espacial norte-americana), há um simulador que mostra as órbitas da Terra e do asteróide no decorrer do tempo.

Fonte: (1)