Mostrando postagens com marcador NASA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NASA. Mostrar todas as postagens

16/06/2010

Volume de água na Lua pode ser maior do que se imaginava

Cientistas patrocinados pela da Nasa (agência espacial americana) estimam que o volume de moléculas de água presa em minerais encontrados na Lua pode ser bem maior do que se imaginava.

Pesquisadores do Laboratório de Geofísica da Instituição Carnegie, em Washington, junto com outros cientistas, afirmam que a quantidade de água esteve presente durante a formação da Lua, enquanto o magma quente começou a esfriar e a se cristalizar. A descoberta significa que a água é natural do satélite natural da Terra, em vez de ter sido trazida por asteroides que caíram lá.

image A descoberta significa que a água é natural do satélite natural da Terra, ou seja, não foi trazida por eventuais asteroides que caíram sobre ela

"Durante 40 anos, pensávamos que a Lua fosse seca", afirmou Francis McCubbin, autor do trabalho publicado no "Proceedings of the National Academy of Sciences". A equipe analisou compostos presentes em minerais de amostras coletadas pela missão Apollo e um meteorito lunar.

O grupo utilizou testes que detectam elementos na dimensão de partes por bilhão. Eles descobriram que o conteúdo mínimo de água variava de 64 partes para cinco partes por bilhão para cinco partes por milhão. O resultado tem pelo menos dois graus de magnitude a mais que os resultados anteriores, que estimavam uma quantidade inferior a uma parte por bilhão.

Jim Green, diretor de divisão da Nasa em Washington, esclarece que a água referida pelos pesquisadores é encontrada na forma de hidroxil (composto químico representado pelo radical OH).

Os cientistas acreditam que a origem da Lua é o resultado do impacto de um objeto do tamanho de Marte na Terra a cerca de 4,5 bilhões de anos. O impacto colocou uma grande quantidade de material na órbita da Terra, o que teria gerado a Lua. O oceano de magma que se formou em algum ponto do processo de compactação da Lua esfriou e, então, ou a água escapou ou foi preservada como moléculas de hidroxil nos minerais cristalizados.

Estudos anteriores revelaram a evidência de água na superfície e no interior da Lua, a partir da análise de dados coletados pela sonda indiana Chandrayaan-1 e de amostras lunares.
Fonte: (1)

22/04/2010

Maior Erupção Captada do Sol

Um observatório espacial da Solar Terrestrial Relations Observatory (STEREO), missão da Nasa que monitora a atividade solar, captou no último dia 13 a maior erupção já registrada do Sol.

Para captar essa rara imagem, o observatório filmou a erupção por 19 horas.

Segundo os cientistas da agência espacial norte-americana, a labareda de plasma se estendeu a uma distância de 800 mil quilômetros da superfície solar.

image Imagem da erupção que criou uma labareda de 800 mil km (Foto: STEREO / NASA)

13/01/2010

Cinturão de Kuiper

Hubble descobre o menor objeto do Cinturão de Kuiper

Colisões entre corpos localizados nos confins no Sistema Solar geram fragmentos cada vez menores.

O Telescópio Espacial Hubble descobriu o menor objeto já avistado no Cinturão de Kuiper, a região do Sistema Solar que se estende para além da órbita de Netuno e que abriga planetas-anões como Eris e Quaoar. O objeto descoberto tem apenas 1 km de diâmetro e fica a mais de 6 bilhões de quilômetros da Terra.

image Ilustração do objeto de 1 km de diâmetro descoberto nos limites do Sistema Solar. Nasa

Observações de estrelas próximas feitas pelo Hubble mostram que muitas delas têm discos de rocha e gelo semelhantes ao Cinturão de Kuiper. Esses discos são as sobras do processo de formação de planetas. Pesquisadores acreditam que, ao longo de bilhões de anos, os corpos desses cinturões devem colidir entre si, reduzindo-se a pedaços cada vez menores.

12/01/2010

Objeto Misterioso

Objeto misterioso passa perto da Terra nesta quarta-feira

Corpo pode ser um pequeno asteroide ou um pedaço de lixo espacial, e passará a 128 mil quilômetros.

Um objeto misterioso do espaço passará bem perto da Terra - em termos astronômicos - na manhã desta quarta-feira, 13. Classificado como asteroide 2010 AL30, o corpo, com no máximo 15 metros de diâmetro, pode ser na verdade um pedaço de lixo espacial. Ele só foi detectado no dia 10, e passará a 128.750 km da Terra, ou cerca de um terço da distância entre Terra e Lua.

image

Diagrama com a órbita de 2010 AL30, gerado pelo Laboratório de Propulsão a Jato

Em seu boletim sobre asteroides publicado no Twitter, o @AsteroidWatch, o laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa explica que os esforços de detecção antecipada de corpos que se aproximam da Terra concentra-se nos potencialmente perigosos, com mais de 500 metros de diâmetro. Um objeto como 2010 AL30, mesmo se estivesse em rota direta de colisão, acabaria se desintegrando na atmosfera, sem causar danos na superfície.

A aproximação máxima com a Terra está prevista para as 10h47 desta terça, no horário de Brasília. Sua velocidade em relação à Terra é de 10 quilômetros por segundo.

11/01/2010

Luas de Galileu aniversariam

Em 7 de janeiro de 1610, as mudanças feitas no telescópio criado por Galileu Galilei permitiram a observação das quatro maiores luas de Júpiter pela primeira vez.

image 
Io, Europa, Ganímedes e Calisto, as quatro luas de Júpiter descobertas por Galileu.

Em homenagem à data, a NASA divulgou uma montagem de Io, Europa, Ganímedes e Calisto – batizadas de luas galileanas, por causa de seu descobridor.

A nave New Horizons registrou os satélites naturais de Júpiter em sua passagem pelo planeta em 2007. São 16 luas de pelo menos 10 km de diâmetro, e muitos outros satélites menores orbitando o planeta.

Na imagem, as luas estão escalonadas para representar a relação de tamanho entre elas.

Ganímedes, a maior lua do Sistema Solar, tem uma superfície de gelo manchada, repleta de crateras.

Io é conhecida por suas atividades vulcânicas, enquanto a superfície de gelo de Europa muito provavelmente guarda oceanos de águas em estado líquido.

Dieta do Buraco Negro

A dieta do buraco negro na Via Láctea

Novos modelos procuram explicar porque o buraco negro no centro da Via Láctea consome tão pouco material estelar.

image Chamado de Sagittarius A* (ou Sgr A*), este buraco negro já era conhecido pelos astrônomos por ter pouco apetite.

Apesar de possuir uma grande quantidade de estrelas de grande massa bastante jovens nas proximidades, acreditava-se que ele só era capaz de absorver 1% do combustível gerado por elas.

No entanto, análises recentes mostram que esse número é ainda menor: de todo o material carregado pelos ventos, ele só consegue consumir 0,01%. Uma vez que buracos-negros são conhecidos por sua capacidade de absorver tudo o que está na proximidade, inclusive a luz, o fato de este em particular manter uma dieta tão restrita intrigava os pesquisadores. Por que, afinal, ele não consome mais?

A resposta pode estar nos modelos feitos a partir de imagens do Observatório de Raio-X Chandra. A hipótese considera o fluxo de energia entre duas regiões ao redor do buraco negro: a central, além da qual nem a luz escapa, e outra mais externa, que inclui o campo de força que se estende por milhões de anos-luz.

Colisões entre as partículas na região central aquecida transferem energia a partículas na região mais fria por meio da condução. Isso causa um aumento de pressão, que faz com que quase todo o gás vindo das estrelas seja dissipado antes de poder ser consumido pelo buraco negro.

07/01/2010

Explosão no Espaço

Explosão no espaço pode ameaçar vida na Terra

Cientistas identificaram uma estrela a 3.260 anos luz da Terra que pode se transformar em uma supernova e, nesse caso, ameaçar a camada de ozônio do planeta tornando-o inabitável.

image Astrônomos acreditavam que estrela estava a 6.000 anos luz da Terra

Os astrônomos americanos que identificaram a “bomba relógio” a partir de imagens do telescópio Hubble anunciaram a descoberta na reunião da Sociedade Americana Astronômica (AAS, na sigla em inglês), nesta semana, em Washington DC.

De acordo com o astrônomo Edward Sion, da Villanova University, na Filadélfia, a estrela T Pyxidis parece destinada a explodir com força para se transformar em uma supernova – corpos celestes que surgem depois de explosões de estrelas com mais de 10 massas solares.

A esta distância, dizem os astrônomos, a explosão com força estimada de 20 bilhões de bilhões de bilhões de megatons de TNT poderia destruir a camada de ozônio da Terra, deixando o planeta vulnerável a radiações.

A estrela já apresentou explosões menores no passado, em intervalos constantes de aproximadamente 20 anos, em 1890, 1902, 1920, 1944 e 1967. Mas a estrela não apresenta explosões há 44 anos, e os astrônomos não sabem a explicação.

Um novo estudo usando informações do satélite International Ultraviolet Explorer mostrou que a T Pyxidis está muito mais próxima da Terra do que se imaginava e que se trata, na verdade, de um sistema com duas estrelas em que uma delas atua como sol, e a outra, menor e mais densa, como anã branca.

A anã branca está ganhando massa com o gás vindo da estrela vizinha. Se sua massa ultrapassar 1,4 vezes a massa do sol – o chamado Limite de Chandresekhar – ela está destinada à sofrer uma poderosa explosão termonuclear que a destruiria e que poderia afetar também a Terra.

O evento, chamado supernova Tipo Ia, liberaria 10 milhões de vezes mais energia do que a explosão de uma nova (quando estrelas comuns chegam ao fim de sua vida útil), que dá origem às anãs brancas.

As explosões que originam novas são muito mais comuns no universo do que as que originam as supernovas.

Segundo os astrônomos responsáveis pelo estudo, as imagens do Hubble mostram que a T Pyxidis parece destinada a virar uma supernova.

Mas apesar do risco, os astrônomos afirmam que não motivo para pânico, já que a estrela só deve chegar ao limite de Chandresekhar – provocando a massiva explosão – em 10 milhões de anos.

Superfície do Sol

Imagens inéditas obtidas por telescópio alemão mostram superfície do Sol

O telescópio SUNRISE, construído por um consórcio liderado pelo Instituto Max Planck para Pesquisa do Sistema Solar, na Alemanha, registrou imagens da superfície da estrela em um nível de detalhe inédito. Movimentadas por campos magnéticos, porções de gás sobem e descem e nuvens de matéria são ejetadas, dando à superfície solar sua estrutura granulada. O equipamento, com mais de 6 toneladas, foi lançado de uma base na Suécia em 8 de junho e levado por um balão de hélio de 130 metros de diâmetro a uma altitude de 37 quilômetros.

De lá, na camada da atmosfera conhecida como estratosfera, as condições de observação são similares às presentes no espaço: as imagens não são prejudicadas por turbulência e a câmera pode dar zoom em luz ultravioleta, que de outro modo seria absorvida pela camada de ozônio. As variações na radiação solar são particularmente pronunciadas em luz ultravioleta.

image SUNRISE ficou 5 dias na estratosfera em junho, levado por um balão.
Equipamento acumulou 1,8 terabyte de informação.

Separado do balão, o SUNRISE desceu de paraquedas em 14 de junho, pousando na Ilha Somerset, em território canadense.

O trabalho de análise dos dados colhidos, que somam 1,8 terabyte, está apenas começando. Um dos aspectos que interessam os cientistas é a conexão entre a força do campo magnético e o brilho de pequenas estruturas solares. O campo varia em um ciclo de atividade solar de 11 anos. A presença maior dessas estruturas causa um aumento do brilho solar, resultando em um maior input de calor sobre a Terra.

Antes da rápida mas importantíssima missão do SUNRISE, os processos físicos agora observados só podiam ser simulados por meio de modelos computacionais complexos. “Esses modelos podem agora ser contextualizados em uma sólida base experimental”, explica Manfred Schüssler, cientista do Instituto Max Planck.

O grupo de pesquisa envolve também o Instituto Kiepenheuer para Física Solar, o Observatório de Alta Altitude em Boulder (Colorado), o Instituto de Astrofísica de Canárias (Tenerife), o Laboratório Solar e de Astrofísica da Lockheed-Martin em Palo Alto (California), o Complexo de Balões Científicos da Nasa e o Centro Espacial ESRANGE, na Suécia.

Neve na Grã-Bretanha

Sonho em enviar meu filho para estudar na Inglaterra, mas só de ver essa imagem abaixo, sinto “penina” dele, uma vez que ele nasceu e vive no calor de janeiro a janeiro no Pará.

image Imagem desta quinta-feira (7) do satélite Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (Modis, na sigla em inglês), da Nasa, mostra a neve cobrindo toda a Grã-Bretanha.  (Foto: Nasa/Modis)

06/01/2010

Cometa encontra o Sol pela frente

Uma imagem capturada pela sonda SOHO mostra o surpreendente encontro de um cometa chamado “sun grazer” com o Sol, acontece muito rápido, mas no vídeo a seguir, mostra o encontro de forma bem nítida.

Visite a página do SOHO em http://sohowww.nascom.nasa.gov/ Enjoy!

05/01/2010

Bercário de Estrelas

Telescópio Hubble capta imagens de 'berçário de estrelas'

Agrupamento de estrelas está localizado na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia próxima da Via Láctea

A agência espacial americana, NASA, divulgou imagens captadas pelo telescópio Hubble de centenas de estrelas agrupadas na nebulosa 30 Doradus, uma estrela localizada na região de nascimento na Grande Nuvem de Magalhães (LMC), uma galáxia satélite próxima da Via Láctea. A imagem é a visão mais detalhada do maior berçário de estrelas, chamado de R136, da nebulosa 30 Doradus.

image

Planetas Gigantes Descobertos

O telescópio Kepler, da Nasa, detectou pela primeira vez desde que entrou em operação cinco planetas fora do nosso Sistema Solar. O tamanho dos planetas varia de um raio quatro vezes maior do que o da Terra até planetas muito maiores do que Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar.

O telescópio, que foi lançado no ano passado para procurar planetas com características semelhantes às da Terra, fez as descobertas poucas semanas depois de entrar em funcionamento.
A agência espacial americana afirma que as descobertas mostram que o telescópio está funcionando bem e tem alta sensibilidade.
Os novos planetas receberam os nomes Kepler 4b, 5b, 6b, 7b e 8b e foram anunciados em um encontro da Sociedade Astronômica Americana (AAS, na sigla em inglês), em Washington, a capital dos Estados Unidos.

image Novos planetas receberam os nomes Kepler 4b, 5b, 6b, 7b e 8b


Todos os planetas circulam muito proximamente às suas estrelas principais - seu sol - seguindo órbitas que variam ente 3.2 até 4.9 dias.
Esta proximidade e o fato de suas estrelas principais serem muito mais quentes do que o nosso sol significa que os novos planetas tem temperaturas extremamente elevadas, estimadas entre 1.200ºC e 1.650º C.

Densidade intrigante

"Os planetas encontrados são todos mais quentes do que lava derretida; eles simplesmente brilham de tão quentes", disse Bill Borucki, o cientista da Nasa que lidera a missão do Kepler no centro de pesquisas Ames, em Moffett Field, Califórnia.

"De fato, os dois maiores são mais quentes do que ferro fundido e olhar para eles é como olhar para uma fornalha. Eles são muito brilhantes por si só e, certamente, não são lugares para procurarmos vida."

O Kepler 7b vai intrigar muitos cientistas. Este é um dos planetas de mais baixa densidade já encontrado fora do sistema solar (cerca de 0,17 gramas por centímetro cúbico) já descoberto.

Segundo Borucki, a densidade média deste planeta é equivalente a do isopor, e os cientistas devem se deliciar em estudá-la para tentar entender sua estrutura.

O Kepler foi lançado da estação espacial de Cabo Canaveral em 6 de março do ano passado. Ele está equipado com a maior câmera já lançada ao espaço.

A missão do telescópio é observar mais de 100 mil estrelas de forma contínua e simultânea.
Ele percebe a presença de planetas ao observar variações de sombra quando um desses planetas passa em frente ao seu sol.
'Mundos de água'

Os detectores do Kepler têm sensibilidade extraordinária - segundo a Nasa, se o telescópio fosse voltado para uma pequena cidade na Terra, à noite, seria capaz de detectar a luz automática na entrada de uma casa quando alguém passa por ela.

A Nasa espera que tamanha sensibilidade leve à descoberta de planetas não apenas de tamanho semelhante ao da Terra, mas que orbitem em torno de seus sóis a uma distância mais favorável à existência de vida, onde haja também potencial existência de água em sua superfície.

Os cientistas da missão disseram no encontro da AAS que o Kepler mediu a existência de centenas de possíveis planetas, mas são necessárias mais investigações para estabelecer sua real natureza.
Os cientistas advertiram ainda que podem se passar anos até que seja confirmada a existência de planetas semelhantes à Terra, mas enquanto isso, as descobertas do Kepler vão ajudá-los a melhorar suas estatísticas sobre as distribuições dos tamanhos dos planetas e períodos de órbita.

A existência dos planetas identificados primariamente pelo telescópio Kepler foi confirmada por telescópios baseados na Terra, entre eles o Keck I, no Havaí.

Fonte: (1)

24/11/2009

Be a martian – Nasa e Microsoft

Nasa e Microsoft lançam portal de pesquisas sobre Marte

'Be a Martian' permite a participação do usuário em pesquisas.
Site também traz salas de bate-papo e fóruns de discussão.

image Portal ajudará internautas a conhecer e colaborar em pesquisas sobre Marte

“Com tantos dados das missões enviadas a Marte e que estão à disposição de todos, explorar o planeta virou uma tarefa conjunta de todos os seres humanos"

A Nasa e a Microsoft anunciaram a criação de um portal sobre Marte , que ajudará os internautas a conhecer e ajudar mais nas pesquisas sobre o Planeta Vermelho.

O site, chamado "Be a Martian" ("Seja um Marciano", em inglês), permitirá que o público participe para melhorar os mapas de Marte e ajudar os cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, em inglês).

"Estamos em um momento da história em que todos querem ser exploradores", comentou Doug McCuistion, diretor do programa de exploração de Marte, no escritório da agência espacial americana em Washington.

"Com tantos dados das missões enviadas a Marte e que estão à disposição de todos, explorar o planeta virou uma tarefa conjunta de todos os seres humanos", completou.

McCuistion informou que colaborações são esperadas de todas as partes do mundo. "Isso ajudará no trabalho de um grupo de cientistas especializados", ressaltou.

O JPL deu como exemplo a criação de mapas que permitirão interpretar as mudanças na superfície marciana.

"Líderes da indústria, como Nasa e Microsoft, têm uma responsabilidade social, assim como um interesse particular em impulsionar a ciência e a educação tecnológica", afirmou Walid Abu Hadba, vice de desenvolvimento de plataformas da firma.

Além de ajudar nas pesquisas, os internautas poderão participar de salas de bate-papo, sugerindo perguntas e temas de discussão.

"Explorar Marte inspira pessoas de todas as idades. Estamos especialmente ansiosos para estimular os jovens a descobrirem mais sobre o planeta", afirmou Charles Elachi, diretor do JPL em Pasadena, no estado da Califórnia.
Fonte: (1)

Marte teve oceano

Novo mapa sugere que Marte teve oceano que cobria 30% do planeta

Cientistas conseguiram imagens detalhadas de vales.
Com elas, chegaram a conclusões sobre clima no planeta.

image Estudo mostra que regiões mais densas em vales formam um cinturão em torno do planeta entre seu equador e uma faixa mais ao sul, o que é consistente com a teoria de que havia um oceano cobrindo grande porção do hemisfério norte de Marte (Foto: Nasa)

“Todas as provas reunidas ao analisarmos essa rede de vales apontam para um clima particular no início da existência de Marte"

Usando um novo programa de computador, cientistas da Universidade de Northern Illinois e do Instituto Lunar e Planetário de Houston conseguiram produzir um mapa mais detalhado das redes de vales de Marte e perceberam que elas são 2,3 vezes mais extensas do que se imaginava.

Além disso, o estudo mostrou que as regiões mais densas em vales formam um cinturão em torno do planeta entre seu equador e uma faixa mais ao sul, o que é consistente com a teoria de que havia um oceano cobrindo uma grande porção do hemisfério norte de Marte.

"Todas as provas reunidas ao analisarmos essa rede de vales apontam para um clima particular no início da existência de Marte", disse Wei Luo, da Universidade de Northern Illinois. "Esse clima incluía chuvas e um oceano cobrindo cerca de 30% da superfície do planeta."

Quente e úmido

As redes de vales de Marte se assemelham aos sistemas de rios da Terra, sugerindo que o Planeta Vermelho já foi mais quente e mais úmido do que é hoje.

Mas, desde que essas redes foram descobertas por uma sonda espacial, em 1971, cientistas têm debatido se elas teriam sido criadas por erosão provocada por água na superfície - o que sugere um clima chuvoso - ou por erosão causada por águas subterrâneas - o que indicaria um clima mais frio e seco.

O novo mapeamento permitiu também aos pesquisadores verificar que há semelhanças entre a densidade das redes de vales da Terra com a de algumas regiões de Marte, o que seria um indício de erosão provocada por chuvas.

A superfície de Marte é caracterizada por planícies localizadas principalmente no hemisfério norte e por montanhas concentradas mais no sul. Segundo os cientistas, esta topografia mostra que a água se acumularia no norte.

"Um planeta com apenas um grande oceano teria um clima do tipo continental árido na maioria de suas superfícies de terra", disse Luo. Os resultados do estudo foram publicados na revista especializada "Journal of Geophysical Research - Planets".
Fonte: (1)

06/11/2009

Formação de Novas Estrelas

O telescópio espacial Hubble, que está de câmeras novas, flagrou o processo de nascimento de estrelas na galáxia M83, que tem o apelido de Catavento de Papel do Sul. Essa galáxia passa por um processo de formação de estrelas muito mais rápido do que o existente na Via Láctea, onde fica a Terra.
 image

Em maio deste ano, o Hubble passou por uma reforma que custou US$ 1,1 bilhão (R$ 2 bilhões) incluiu a instalação de duas novas câmeras e a troca de outros instrumentos científicos. Sete astronautas foram ao espaço a bordo do ônibus espacial Atlantis para fazer o trabalho, em uma missão que durou 11 dias.

Colocado no espaço em 1990, o Hubble tem um papel importante na observação do espaço, já que fica acima da atmosfera da Terra, reduzindo distorções da luz. Com isso, ele consegue imagens melhores do que os telescópios instalados na superfície da Terra.

Fonte: (1)

01/11/2009

Marcas da Corrida Espacial

Imagens feitas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter, mostram os restos do módulo lunar e a bandeira americana, deixados pela missão Apollo 17 na lua.

image

image Fonte: (1)

28/10/2009

Foguete criado para substituir ônibus espaciais faz 1º voo

Novo foguete Ares I foi projetado para ser a nova plataforma de acesso de astronautas à órbita terrestre

imageO Ares I-X decola para seu voo de teste de 2 minutos, em Cabo Canaveral, EUA

O modelo de teste do foguete Ares I, o Ares I-X, foi lançado às 13h30 desta quarta-feira, 28. O Ares I é o veículo desenvolvido pela Nasa para substituir os ônibus espaciais na tarefa de levar seres humanos à órbita da Terra. Este teste não transporta tripulação.

O voo com motor ligado durou dois minutos, e foi seguido pela separação, bem-sucedida, do primeiro estágio, a uma altitude de cerca de 40 km. Esse estágio caiu de volta no Oceano Atlântico, o estágio superior prosseguiu voando. Ele poderá atingir uma altitude máxima de 50 km antes de, também, mergulhar de volta rumo ao oceano.

Antes do esgotamento do motor, o foguete realizou uma série de movimentos para testar sua dinâmica e características de controle.

O Ares I foi criado como veículo para levar a cápsula Órion à órbita da Terra. Concebida para ser um ambiente versátil onde de quatro a seis astronautas poderiam viver e trabalhar, a Órion é a nave projetada para transportar astronautas para a órbita terrestre e, um dia, para a Lua ou Marte, após o fim do programa de ônibus espaciais.

Recentemente, no entanto, um comitê de especialistas disse ao presidente Barack Obama que o programa Constellation - composto pela cápsula, pelo foguete Ares I e por um modelo de transporte de carga, o Ares V - não tem verba suficiente para produzir os resultados esperados, e deve ser reformulado. Com isso, o destino do Ares I tornou-se incerto.
Fonte: (1)

27/10/2009

Redemoinhos de Poeira “tatuam” Marte

A Nasa, agência espacial americana, divulgou a imagem de um curioso fenômeno que ocorre na superfície de Marte: os redemoinhos de poeira, também conhecidos como diabos de poeira (dust devil, em inglês). Estes ventos em espiral formados pela convecção do ar em dias quentes escurecem o solo por onde passam, criando "desenhos" de vários formatos que contrastam com a poeira vermelha do planeta.

Segundo a Nasa, o fenômeno não é uma exclusividade de Marte e redemoinhos semelhantes também acontecem em áreas secas e desérticas da Terra. Normalmente, os diabos de poeira duram apenas alguns minutos e se tornam visíveis quando escurecem o terreno, deixando a areia abaixo do solo mais intacta.

A foto foi captada pelas câmeras em alta resolução da sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter.

image Os redemoinhos escurecem o solo por onde passam, criando "desenhos" de vários formatos que contrastam com a poeira vermelha do planeta

Fonte: (1)

29/09/2009

Sonda Messenger chega em Mercúrio

A sonda Messenger da Nasa chega a Mercúrio nesta terça-feira (29) para fazer seu último rasante com o objetivo de tirar 1.500 fotos. As imagens serão analisadas por cientistas que vão estudar características do solo desse planeta.
Algumas crateras já fotografadas nas duas missões anteriores serão fotografadas novamente. Elementos químicos como cálcio e sódio vão ser detalhadamente verificadas com recursos especiais contidos na sonda.
Lançado em 2004, a Messenger é considerada muito rápida por suas manobras e nível de detalhe das imagens. O aparelho já percorreu milhares de quilômetros no espaço e passou também por Vênus, em 2007. Ela entrará na órbita de mercúrio em 2011.

image

25/09/2009

Formação incomum

Observando a estrela LRLL 31 - localizada na região da constelação de Perseus, a cerca de mil anos-luz - com a visão infravermelha do telescópito espacial Spitzer, astrônomos da Nasa encontraram um padrão incomum na nuvem de gás e poeira que a cerca. Segundo os cientistas, esse padrão diferenciado poderia significar que a estrela tem um pequeno planeta - ou outra estrela - como companheiro.

Os dados mostram também que o comprimento de onda da luz emanada pelo disco de poeira se altera de semana a semana, o que é considerado um curtíssimo espaço de tempo para os fenômenos espaciais e que, segundo os astrônomos, é muito incomum.

Os cientistas afirmam que essa alteração poderia ser causada pelo 'companheiro' da estrela (representado na imagem como um pequeno planeta). Se o companheiro girasse em torno da estrela, a gravidade dele poderia empurrar a parte interna do disco e formar uma deformação como uma parede.

Essa parede também giraria em torno da estrela, provocando uma sombra na parte externa do disco. Quando a parede está na parte do disco mais próxima ao Telescópio, mais luz infravermelha de curto comprimento de onda deve ser observada. E foi esta variação que o Spitzer observou.

image

  Nesta imagem, especialistas da Nasa reproduzem a formação incomum na nuvem de gás e poeira que a cerca a estrela LRLL 31 - localizada na região da constelação de Perseus.