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29/06/2009
24/06/2009
Sonda Japonesa Colide com a Lua
A sonda lunar japonesa Kaguya se chocou contra o hemisfério sul da Lua, produzindo um flash luminoso na região noturna do satélite e que pode ser registrado por observatórios terrestres. O evento marca o final da missão japonesa de mapeamento selenográfico, iniciado em setembro de 2007.
Ainda não se conhece ao certo os parâmetros cinéticos do choque, uma vez que a agência espacial japonesa, JAXA, não divulgou os detalhes do ângulo de impacto e velocidade nominal, mas estima-se que a sonda atingiu a Lua a 6 mil quilômetros por hora em ângulo bastante raso. Devido à elevada massa da sonda, de 2900 quilos, a energia do impacto deve ser superior a 1 tonelada de TNT.
Infelizmente, a colisão aconteceu no lado distante da lua, mas é possível ver quão perto a sonda estava da superfície lunar, e mostra um nível de detalhes nunca antes visto. Não deixe de conferir!
Ainda não se conhece ao certo os parâmetros cinéticos do choque, uma vez que a agência espacial japonesa, JAXA, não divulgou os detalhes do ângulo de impacto e velocidade nominal, mas estima-se que a sonda atingiu a Lua a 6 mil quilômetros por hora em ângulo bastante raso. Devido à elevada massa da sonda, de 2900 quilos, a energia do impacto deve ser superior a 1 tonelada de TNT.
Infelizmente, a colisão aconteceu no lado distante da lua, mas é possível ver quão perto a sonda estava da superfície lunar, e mostra um nível de detalhes nunca antes visto. Não deixe de conferir!
17/02/2009
Lixo Espacial
Restos de satélites ficarão no espaço por 10 mil anos, diz russo
Militares americanos, e não a Nasa, já rastreiam 18 mil objetos em órbita, mas o total de lixo é desconhecido.
Restos da colisão de satélites desta semana poderão girar em torno da Terra por até 10 mil anos, ameaçando muitos outros satélites em uma área já altamente ocupada, disse o chefe do Controle de Missão da Rússia.
Vladimir Solovyov afirmou que a colisão de terça-feira, 11, entre um satélite militar russo desativado e um satélite da rede provada de comunicações Iridium ocorreu a cerca de 800 km de altitude, a faixa mais ocupada do espaço próximo à Terra.
"Oitocentos quilômetros é uma órbita muito popular, usada por satélites de rastreamento e de comunicações", disse ele a jornalistas. Solovyov afirmou que até os menores fragmentos representam um perigo para satélites feitos de materiais leves, porque viajam a altíssimas velocidades.
A maioria dos fragmentos concentra-se perto do curso da colisão, mas o general Alexander Yakushin, chefe do Estado-Maior das Forças Espaciais russas, alguns pedaços foram arremessados a outras órbitas, de 500 quilômetros a 1,3 mil quilômetros.
Militares americanos, e não a Nasa, já rastreiam 18 mil objetos em órbita, mas ninguém sabe quantos pedaços de lixo espacial foram gerados pela colisão desta semana, nem que tamanho podem ter.
David Wright, do setor de Segurança Global da União de Cientistas Preocupados, disse que a colisão possivelmente causou dezenas de milhares de partículas com mais de 1 centímetro, qualquer uma das quais pode danificar ou destruir outros satélites.
Tela do site Satellite Tracker mostra a posição dos destroços do Iridium 33 na tarde de sexta-feira
Em uma postagem no website da instituição, ele disse que as duas nuvens de destroços geradas pelo impacto vão se expandir com o tempo, gerando uma casca ao redor da Terra. ele comparou os destroços a "um tiro de escopeta que ameaça outros satélites".
Autoridades russas e americanas trocaram acusações quanto á responsabilidade pelo acidente. A porta-voz da Iridium, Elizabeth Mailander, disse que a empresa é capaz de desviar qualquer um de seus 65 satélites do caminho de uma colisão em potencial, se receber um aviso com antecedência suficiente.
Além disso, a companhia nunca agiu para reposicionar seus satélites porque os avisos nunca são precisos o bastante e há satélites demais para levar em conta. "O nosso estava onde deveria estar, e estava funcionando", disse ela, acrescentando que a empresa não entrou em contato com o governo russo.
Especialistas vão se reunir em Viena na próxima semana, num seminário das Nações Unidas para criar novas maneiras de evitar colisões, disse o gerente do programa de destroços orbitais da Nasa, Nicholas Johnson.
Há entre 800 e 1.000 satélites ativos em órbita, além de 17 mil destroços e satélites desativados, disse ele. O sistema de rastreamento das Forças Armadas americanas não tem recursos para advertir os operadores de satélite de cada possível colisão.
Um website privado, Socrates, oferece avaliação diária do risco de colisão entre satélites e a rede Iridium, com 65 aparelhos em órbita, frequentemente aparece nos dez mais. Mas o Iridium 33, destruído, não estava na relação do dia.
Fonte: (1)
Militares americanos, e não a Nasa, já rastreiam 18 mil objetos em órbita, mas o total de lixo é desconhecido.
Restos da colisão de satélites desta semana poderão girar em torno da Terra por até 10 mil anos, ameaçando muitos outros satélites em uma área já altamente ocupada, disse o chefe do Controle de Missão da Rússia.
Vladimir Solovyov afirmou que a colisão de terça-feira, 11, entre um satélite militar russo desativado e um satélite da rede provada de comunicações Iridium ocorreu a cerca de 800 km de altitude, a faixa mais ocupada do espaço próximo à Terra.
"Oitocentos quilômetros é uma órbita muito popular, usada por satélites de rastreamento e de comunicações", disse ele a jornalistas. Solovyov afirmou que até os menores fragmentos representam um perigo para satélites feitos de materiais leves, porque viajam a altíssimas velocidades.
A maioria dos fragmentos concentra-se perto do curso da colisão, mas o general Alexander Yakushin, chefe do Estado-Maior das Forças Espaciais russas, alguns pedaços foram arremessados a outras órbitas, de 500 quilômetros a 1,3 mil quilômetros.
Militares americanos, e não a Nasa, já rastreiam 18 mil objetos em órbita, mas ninguém sabe quantos pedaços de lixo espacial foram gerados pela colisão desta semana, nem que tamanho podem ter.
David Wright, do setor de Segurança Global da União de Cientistas Preocupados, disse que a colisão possivelmente causou dezenas de milhares de partículas com mais de 1 centímetro, qualquer uma das quais pode danificar ou destruir outros satélites.
Em uma postagem no website da instituição, ele disse que as duas nuvens de destroços geradas pelo impacto vão se expandir com o tempo, gerando uma casca ao redor da Terra. ele comparou os destroços a "um tiro de escopeta que ameaça outros satélites".
Autoridades russas e americanas trocaram acusações quanto á responsabilidade pelo acidente. A porta-voz da Iridium, Elizabeth Mailander, disse que a empresa é capaz de desviar qualquer um de seus 65 satélites do caminho de uma colisão em potencial, se receber um aviso com antecedência suficiente.
Assista a colisão dos dois satélites
Além disso, a companhia nunca agiu para reposicionar seus satélites porque os avisos nunca são precisos o bastante e há satélites demais para levar em conta. "O nosso estava onde deveria estar, e estava funcionando", disse ela, acrescentando que a empresa não entrou em contato com o governo russo.
Especialistas vão se reunir em Viena na próxima semana, num seminário das Nações Unidas para criar novas maneiras de evitar colisões, disse o gerente do programa de destroços orbitais da Nasa, Nicholas Johnson.
Há entre 800 e 1.000 satélites ativos em órbita, além de 17 mil destroços e satélites desativados, disse ele. O sistema de rastreamento das Forças Armadas americanas não tem recursos para advertir os operadores de satélite de cada possível colisão.
Um website privado, Socrates, oferece avaliação diária do risco de colisão entre satélites e a rede Iridium, com 65 aparelhos em órbita, frequentemente aparece nos dez mais. Mas o Iridium 33, destruído, não estava na relação do dia.
Fonte: (1)
12/02/2009
Colisão no Espaço
Satélites da Rússia e dos EUA colidem no espaço
Dois satélites de comunicação - um da Rússia e um dos Estados Unidos - colidiram no espaço na última terça-feira, segundo informações divulgadas pela Nasa, a agência espacial americana.
A colisão ocorreu cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, e é a primeira já registrada entre satélites.
Um dos equipamentos pertencia à companhia americana Iridium, e orbitava em alta velocidade quando bateu em um satélite russo desativado.
Segundo a Nasa, o impacto produziu uma gigantesca "nuvem" de escombros, que poderiam atingir e até destruir outros satélites.
Mas, de acordo com a agência americana, o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão.
O acidente também não deve interferir nos planos da agência de lançar um ônibus espacial no final de fevereiro.
Rastreamento
O satélite russo que estaria desativado foi lançado em 1993 e pesava 950 kg, enquanto o Iridium pesava 560 kg e foi lançado em 1997.
A Nasa acredita que ainda vai levar algumas semanas para conhecer melhor a magnitude da colisão. Mas as centenas de destroços já estaria sendo rastreadas.
Segundo o correspondente da BBC na Flórida, Andy Gallacher, espera-se que a maior parte desses escombros acabe se queimando na atmosfera terrestre.
As agências espaciais monitoram dezenas de objetos no espaço rotineiramente.
Agora imaginem a extensão do problema se este incidente ocorresse durante a guerra fria?
Fonte: (1)
Dois satélites de comunicação - um da Rússia e um dos Estados Unidos - colidiram no espaço na última terça-feira, segundo informações divulgadas pela Nasa, a agência espacial americana.
A colisão ocorreu cerca de 780 km acima do território da Sibéria, na Rússia, e é a primeira já registrada entre satélites.
Um dos equipamentos pertencia à companhia americana Iridium, e orbitava em alta velocidade quando bateu em um satélite russo desativado.
Segundo a Nasa, o impacto produziu uma gigantesca "nuvem" de escombros, que poderiam atingir e até destruir outros satélites.
Mas, de acordo com a agência americana, o risco para a Estação Espacial Internacional e seus três astronautas é pequeno, já que ela orbita a Terra a uma distância de 435 km abaixo da rota da colisão.
O acidente também não deve interferir nos planos da agência de lançar um ônibus espacial no final de fevereiro.
Rastreamento
O satélite russo que estaria desativado foi lançado em 1993 e pesava 950 kg, enquanto o Iridium pesava 560 kg e foi lançado em 1997.
A Nasa acredita que ainda vai levar algumas semanas para conhecer melhor a magnitude da colisão. Mas as centenas de destroços já estaria sendo rastreadas.
Segundo o correspondente da BBC na Flórida, Andy Gallacher, espera-se que a maior parte desses escombros acabe se queimando na atmosfera terrestre.
As agências espaciais monitoram dezenas de objetos no espaço rotineiramente.
Agora imaginem a extensão do problema se este incidente ocorresse durante a guerra fria?
Fonte: (1)
29/01/2009
Satélites e Telescópios
Queres saber a exata localização do Hubble, Chandra e outros satélites, com as coordenadas e altitude, atualizadas a cada minuto?
Acessem o seguinte site da NASA: Satellite Tracking, divirta-se e informe-se.
Real time do Hubble e Chandra e muito mais.
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