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06/11/2009

Formação de Novas Estrelas

O telescópio espacial Hubble, que está de câmeras novas, flagrou o processo de nascimento de estrelas na galáxia M83, que tem o apelido de Catavento de Papel do Sul. Essa galáxia passa por um processo de formação de estrelas muito mais rápido do que o existente na Via Láctea, onde fica a Terra.
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Em maio deste ano, o Hubble passou por uma reforma que custou US$ 1,1 bilhão (R$ 2 bilhões) incluiu a instalação de duas novas câmeras e a troca de outros instrumentos científicos. Sete astronautas foram ao espaço a bordo do ônibus espacial Atlantis para fazer o trabalho, em uma missão que durou 11 dias.

Colocado no espaço em 1990, o Hubble tem um papel importante na observação do espaço, já que fica acima da atmosfera da Terra, reduzindo distorções da luz. Com isso, ele consegue imagens melhores do que os telescópios instalados na superfície da Terra.

Fonte: (1)

28/07/2009

Hubble fotografa vestígios de impacto na atmosfera de Júpiter

O diâmetro do objeto que se chocou com Júpiter seria de várias centenas de metros, diz astrônoma da Nasa .

Cientistas da Nasa interromperam o processo de calibragem do Telescópio Espacial Hubble, em andamento desde a reforma do telescópio, realizada por astronautas meses atrás, para fazer imagens da cicatriz deixada no planeta Júpiter pelo impacto de um corpo ainda desconhecido, no último dia 19. As fotos do Hubble foram feitas na quinta-feira, 23.

Descoberta pelo astrônomo amador australiano Anthony Wesley, a nova mancha no maior planeta do sistema solar foi criada quando um cometa ou asteroide chocou-se com atmosfera. A única oportunidade anterior onde algo assim foi observado ocorreu há 15 anos, quando fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9 chocaram-se com Júpiter.

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A mancha escura deixada pelo impacto do corpo desconhecido aparece na imagem do telescópio espacial

"Como acreditamos que um impacto dessa magnitude é um evento raro, temos muita sorte de poder vê-lo com o Hubble", disse, em nota, a astrônoma Amy Simon-Miller, do Centro de Voo Espacial Goddard, da Nasa. "Detalhes que aparecem na imagem do Hubble mostram uma textura na pluma de destroços causada pela turbulência na atmosfera de Júpiter".

Telescópios baseados na Terra vêm seguindo Júpiter há dias, desde que Wesley alertou a comunidade astronômica para os sinais de um novo impacto no planeta.

Amy estima que o diâmetro do objeto que se chocou com Júpiter seria de várias centenas de metros. A força da explosão provocada foi milhares de vezes maior do que a do impacto causado por um cometa ou asteroide na atmosfera da Terra em 1908, sobre Tunguska, na Sibéria.

A imagem de Júpiter foi feita pela Câmera de Campo Aberto 3. Essa nova câmera, instalada pelos astronautas do ônibus espacial Atlantis em maio, ainda não está totalmente calibrada. Embora já possa ser usada, seu potencial completo ainda não foi revelado.

Fonte: (1)